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Criação da capa » Celso Brasil
Design Gráfico » Claudio Duarte
Ao ouvir o nome da obra, o leitor acredita se tratar de um desafio entre Poemas e Crônicas, porém, ao ler, verifica que se trata de uma publicação diversificada - Verso e Prosa. O duplo sentido foi proposital, pois a arte da vida é um
desafio constante.
Os autores buscam traçar um paralelo entre a escrita e a realidade da vida, colocando suas competências para trabalhar essa viagem interior, onde o leitor encontrará a resposta sobre o que é ser Poeta e Escritor. Os autores mostram que a arte da escrita vai muito além da simples imaginação, em termos filosóficos, mostrando que viver é o ato de escrever um livro - O Livro da Vida.
Primeira imagem:
O horizonte infinito
Retratando claramente onde podemos chegar quando mergulhamos na leitura.
Segunda imagem:
O Museu Guggenheim Bilbao - Uma obra de arte que abriga a arte.
O arquiteto do Guggenhein Bilbao chama-se Frank Gehry e foi muito questionado pela ousadia do seu projeto, inclusive por especialistas do setor, mas, depois, mostrou que o que se coloca no papel é possível de ser realizado, com a competência, a persistência e a fé a serviço da criatividade, como acontece na arte da vida
real.
O Museu Guggenheim Bilbao, situado na cidade basca de Bilbau, é um dos cinco museus pertencentes à Fundação Solomon R. Guggenheim no mundo. Projetado pelo arquiteto norte-americano Frank Gehry, é hoje um dos locais mais visitados da Espanha. Seu projeto foi parte de um esforço para revitalizar Bilbau e, hoje, recebe visitantes de todo o mundo.
Sua construção se iniciou em 1992, sendo concluído cinco anos mais tarde, em 1997. Duas equipes, uma em Bilbau e outra em Los Angeles, trabalharam conjuntamente na elaboração do projeto, que só foi possível graças ao uso de um software CAD nos cálculos estruturais. Alguns especialistas questionavam a possibilidade de execução da obra, por causa de suas formas complexas.
Primeiramente foram feitos esboços e modelos do edifício. Depois, esses modelos foram escaneados e mapeados, e, com o auxílio do software, foram detalhados os cálculos da estrutura e os modelos virtuais em 3D das peças construtivas. Desse modo, foi possível erguer uma estrutura formada por curvas complexas e torcidas.
Externamente, o museu é coberto por superfícies de titânio curvadas em vários pontos, que lembram escamas de um peixe, mostrando a influência das formas orgânicas presentes em muitos trabalhos de Gehry. Do átrio central, que tem 50 metros de altura e lembra uma flor cheia de curvas, partem passarelas para os três níveis de galerias. Visto do rio, o edifício parece ter a forma de um barco, homenageando a cidade portuária de Bilbau.
As exposições no museu mudam freqüentemente e contêm principalmente trabalhos realizados ao largo do século XX, sendo as obras pictóricas tradicionais e as esculturas uma parte minoritária comparada com outros formatos de instalações artísticas. Muitos consideram o edifício mais importante do que as obras que fazem parte da coleção do museu.
O museu recebeu várias críticas desde que começou a ser construído, por ser um museu de vanguarda, mas somente por fora, pois as salas de exposição são quase todas iguais a de outros museus, ou seja, inovou-se no exterior mas não na função básica do museu, que é conservar e expor obras de arte. E por ser o museu tão inovador uma crítica que ele recebe é justamente ser mais atraente que as próprias obras expostas.
Assista o Vídeo de apresentação da Obra! |